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BRASIL: ONDE SE PERDE MAIS TEMPO PARADO NO TRÂNSITO?

por Mäyjo, em 10.04.15

As cidades brasileiras com mais trânsito

Foto: Luci Correia / Raul / Rodrigo Soldon / Rodrigo Suriani / Patricia Oliveira / Moisés Silva Lima / Pedro Belleza / Hianna . / Jorge from Brazil / Creative Commons

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publicado às 23:47

Visto de cima: plantas das cidades

por Mäyjo, em 10.04.15

Athens, Greece.jpg

Glyfada

Atenas, Grécia

37.893215819°, 23.767459558°

Ruas concêntricos irradiam em Glyfada, um subúrbio de Atenas, na Grécia. O desenvolvimento apresentado aqui, no limite dos municípios Terpisthea e Ano Glyfada, é a área mais densamente povoada em Glyfada.

 

 

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publicado às 18:53

Caça à baleia: Tribunal Internacional de Justiça ordena que Japão suspenda atividade na Antártida por não ter provado que tem fins científicos

por Mäyjo, em 10.04.15

O Tribunal Internacional de Justiça ordenou ao Japão que suspendesse a caça à baleia na Antártida por não ter provado que tem fins científicos, como alega a potência económica asiática.

O Japão é um dos países, tal como a Noruega e a Islândia, que continuam a praticar a caça à baleia apesar da moratória internacional imposta pela Comissão Baleeira Internacional em 1986 à caça comercial.

No entanto, ao contrário dos outros dois países, que desafiam abertamente a proibição de caçar baleias para comercialização da sua carne, o Japão tem sempre defendido que captura baleias para estudar as suas populações.

O gigante asiático caça baleias no Norte do Oceano Pacífico mas opera, sobretudo, na Antártida, capturando anualmente 850 baleias da espécie Balaenoptera bonaerensis (parente da Baleia-anã dos Açores) e 50 indivíduos de baleia-comum, Balaenoptera physalus.

Em 2010, a Austrália interpôs uma ação no Tribunal Internacional de Justiça contra o Japão, acusando-o de usar a investigação científica para ocultar a caça à baleia com fins comerciais, já que a carne dos animais capturados no âmbito do programa de investigação era vendida a restaurantes e em mercados.

Ao fim de quatro anos, o tribunal da ONU considerou que o Japão não apresentou evidências suficientes para justificar a caça de centenas de baleias.

“As provas não estabelecem que o delineamento e a implementação [do programa de caça com fins científicos do Japão, denominado Jarpa II] são razoáveis em relação à concretização dos objetivos declarados”, declarou Peter Tomka, o juiz que preside o Tribunal de Haia.

Em causa está o elevado número de capturas de baleias da espécie Balaenoptera bonaerensis, em contraste com o reduzido número de baleias de bossa, que invalida o estudo, e a falta de tentativas de encontrar métodos alternativos à captura letal.

“O tribunal conclui que as licenças especiais atribuídas pelo Japão para matar, recolher e manipular baleias relacionadas com o Jarpa II não têm fins científicos”, pelo que ordenou a cessação do programa de caça à baleia japonês “com efeito imediato”, informa o The Guardian.

O Japão já anunciou que, apesar de ter ficado “desiludido” com a decisão do Tribunal Internacional de Justiça, vai acatar a ordem porque é “um estado que dá grande importância à ordem legal internacional e ao primado da lei como base da comunidade internacional”, afirmou o seu representante.
 
Por seu lado, as associações conservacionistas empenhadas no fim da caça à baleia congratulam-se com a decisão, que consideram ser um marco histórico.

“Esta é uma decisão histórica que derruba, de uma vez por todas, a farsa triste da alegada caça à baleia “científica” e revela ao mundo a falsidade gritante que, na realidade, é” afirmou Clare Perry, da Environmental Investigation Agency.

No entanto, o diário britânico refere que embora não haja possibilidade de recorrer da decisão, o Japão pode sempre reformular o seu programa de caça à baleia de forma a cumprir os requisitos para que seja aceite como captura para investigação científica, algo que os ambientalistas esperam que não aconteça.

“Apelamos ao Japão para que cumpra esta decisão e não tente continuar a caça à baleia através de lacunas [jurídicas] recém-inventadas”, afirmou Willie MacKensie, da Greenpeace UK, que é citada pelo The Guardian.

O jornal refere que, desde a entrada em vigor da moratória que impede à caça à baleia com fins comercias, o Japão já terá sacrificado mais de 10.000 baleias.

Fonte: www.theguardian.com

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publicado às 16:47


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